As áreas sensíveis do programa de compliance

Sérgio Pinto, Lead Compliance Officer Healthcare da Johnson & Johnson, acredita que embora as grandes empresas, em especial as multinacionais já têm seus programas de compliance estabelecidos, ainda falta muita conscientização das pequenas empresas. “Falta um pouco de conscientização dos riscos inerentes a operações das pequenas empresas. Se fizessem um risk assessment básico do seu pequeno negócio já seria um grande avanço”, pontua o executivo, para quem até que essa conscientização chegue realmente ao mercado das pequenas empresas existe um longo caminho pela frente, cerca de cinco anos na sua visão.

Mudar os processos em estruturas já definidos, agregando novos passos a eles, também é um aspecto sensível. Na área de compras, por exemplo é preciso conscientizá-los de naquele momento em que eles estão fazendo negócios com seus fornecedores, eles são os compliance officers das empresas. “O pessoal de compras e os compliance officers têm que ser melhores amigos”, lembra Tamara Gincene, Gerente de Compliance do GPA.

 

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